Nas pequenas coisas do dia-a-dia é que se vai morrendo, nessas que complicam um momento qualquer do dia: o copo que cai na hora da tosse, da sede e da ida.O sono.
Sair da rotina entrando em outra, para depois voltar à mesma, podendo sair novamente, grande circulo necessário.Fugir para um lugar seguro, não é fugir, ninguém busca segurança no desconhecido. Instável estabilidade, seguro dentro de seu próprio labirinto sem regras e saída, mas seu, é posse.Chega perto do muro, sabe que se pode ir além e não pula.
As ruas são as mesmas. Reconhece o caminho sentindo a brisa que passa, se pudesse fecharia os olhos e caminharia. Ou melhor, com um espelho seguro pelas mãos para cima, em direção ao céu, caminharia nas nuvens.Um carro.
Estuda como a luz incide nas paredes e sobre as pessoas.Observa o olhar dos outros e procura semelhanças.Sombra.Do batente para dentro e do batente para fora.Resumo.Com o tempo perde-se a graça, a criança.Brinca de pegar com os sonhos, meio acordado meio dormindo, manipula o sonho e quando acorda, o esquece.Abre a porta e sai para o trabalho depois de mais meia noite toda mal dormida.Insuportável dor nas costas.
E esse desenho aí em cima tá ótimo hein, pô :-)
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eu estou tentando produzir, produzir, mas é tããão foda :-(
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e vamos lá, ao texto em si:
se vai morrendo na hesitação dos passos, na paralisia dos movimentos,
no silêncio imposto. - Rotina aniquilando pra quem tem fome absurda
de alguma arte possível. Não pular o muro porque existe uma ilha do medo e se avançar vc se afoga. Ninguém me ensinou a nadar.
Estou construindo um barco.
Beijo.